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When the Nazis came for the communists,

I remained silent;

I was not a communist.

Then they locked up the social democrats,

I remained silent;

I was not a social democrat.

Then they came for the trade unionists,

I did not speak out;

I was not a trade unionist.

Then they came for the Jews,

I did not speak out;

I was not a Jew.

When they came for me,

there was no one left to speak out for me.

Martin Niemöller

Em tempos, quando era ingénuo e jovem, acreditava na força da mudança.

Hoje ainda acredito, mas as coisas mudaram muito nestes tempos. Pelo menos na minha percepção, pois ao que parece as coisas na realidade não mudam há já anos.

Sócrates tem reinado com pulso de ferro. Oposição interna não será tolerada, deputados socialistas contra são “casos menores” num partido claramente fracturado.

O estado é a extensão do seu ser, Luís XIV sofre de inveja.

O estilo pidêsco de Salazar é para reciclar, na era do verde e do “socialismo moderno” (equivalente a Liberalismo Antigo). Escolas cercadas por burocratas maléficos, professores tornados demónios nos meios da comunicação social, funcionalismo público a ser perseguido para se justificar a “necessidade de liberalizar”.

Implementam-se regras novas para as instituições do ensino superior: piora-se a legislação para as públicas, ofrece-se um pacote fantástico para as recém criadas fundações de ensino de direito privado. A ciência e a investigação tecnológica não sofrem aumentos orçamentais, em vez, cortam-se nos quadros das faculdades públicas, congelam-se carreiras de professores, tira-se dinheiro a universidades periféricas, mas atiram-nos areia para os olhos com “casos de sucesso” que nada tiveram a ver com o governo do P”S”. Esperam-se milagres na tecnologia e ciência, mas esquece-se que os desenvolvimentos de relevo são feitos nas universidades, por professores, por alunos, por investigadores, e não nas empresas. Esquece-se que o estado, por via das faculdades, tem a maior ferramenta para desenvolver o país. Esquece-se de tudo, menos de cortar no orçamento.

Atacam-se os pobres. Defendem-se os ricos. Capitalismo para os pobres, socialismo para os ricos!! O estado paga, mas a tua saúde não, a tua educação não, a tua reforma não. Não há dinheiro, dizem, mas não há como deixar um banco falir.

Maternidades são passado, hospitais privados proliferam em sítios onde fecharam as SAP.

Os senhores da política são apanhados com as mãos nas calças à frente de bancos em falência, freeports mal explicados, empresas públicas arruinadas, decretos de lei demasiado convenientes.

Não há público como o privado, e não há privado como o público. Fazem-nos eles acreditar.

Explora-se a vida dos famosos em público, esquecem-se de se preocupar com a vida pública.

Batem-nos com uma mão e dão-nos festas com outra. Implementa-se o individualismo do xibo, do pide, do mesquinho.

Implementa-se a mediocridade.

Explora-se a mediocridade.

Exige-se a mediocridade.

Fomenta-se a mediocridade.

Enganam-nos com excelência, oferecem-nos mediocridade.

Só mediocridade, nada mais do que a mediocridade.

Basta, é tempo de ser exigente.

O século XXI chegou, sabiam? Há coisa de 8 anos.

Vamos entrar no século XXI, vamos exigir o fim do terceiro-mundismo em Portugal, acabar com um primeiro-ministro que não sabe ter vergonha de como tirou o curso, que fala à nação com termos de “bota-abaixismo”, que não sabe nem quer saber nada.

Que não se preocupa em saber, pois a mediocridade chega.

É tempo de lideranças democráticas e populares, de movimentos insurgirem-se contra a reimplementação do despotismo de Salazar. É tempo de continuar a lutar, é tempo de exigir mais!

É tempo de deixarmos de acreditar que a crise “tem de ser”, que o estado “não pode fazer nada”!

É tempo de acabar com isto tudo e tudo mais!

É tempo de exigir um estado do povo para o povo.

É tempo de Socialismo, de lutas sociais, de luta de classes. Pelo fim da social-democracia dos ricos, dos pactos de estabilidade de so enriquecem os ricos e deixam os estados presos para ajudar o seu povo.

É tempo de uma nova Europa, de um novo Portugal.

Não pelas palavras, que essas são baratas e não valem um chavo. Com acções.

No dia a dia, de pessoa em pessoa. Revela-te contra isto tudo, junta-te aos teus colegas de trabalho, argumenta contra o status-quo, partilha com os teus iguais, ri-te que isto há de acabar!

A luta é uma prática, não uma retórica, só que tive de escrever isto porque ESTOU FARTO DO SÓCRATES!

Eu sei, eu sei: poucas actualizações, muitas promessas, poucas notícias e nenhuma justificação.

Eu sei também que deixei de escrever aqui na precisa altura em que este blog já era lido por algumas pessoas com já com uma certa frequência.

Mas a vida não pára e o curso vai tirando mais tempo. Tenho andado muito ocupado e sem grande disponibilidade para vir aqui.

Tenho continuado a discutir política e a fazê-la tanto quanto posso.

Não vou prometer muitas actualizações, mas digo que se tiverem o blog sob suspeita poderão continuar a ver coisas novas aqui. Isto porque eu não desisti deste blog.

Cumprimentos da Direcção do Nova Esquerda

Partido “Socialista”

Crise Económica

Eleições Norte Americanas

A Liberdade Americana

Revolution Bitches!

Não, não é neste ano que teremos socialismo em Portugal.

Mas a universidade de verão do Bloco (Socialismo) irá realizar-se no Porto neste ano, nos dias 29 a 31 de Agosto. É uma iniciativa excelente para debater abertamente política, conhecer mais sobre artes e falar de um modo relaxado sobre ciências. É claro que outras temáticas haverá para além destas.

Obviamente a inscrição é livre, tão livre que basta aparecer para participar no que se desejar. Caso seja necessários alimentação ou estadia, basta inscrever com alguma antecedência para os camaradas organizarem tudo!

Estão tod@s convidad@s!

A não perder!

Mesmo sem a minha regular visita à blogosfera.

A minha ausência neste blog está acompanhada de imensa mudança e por acontecimentos de relevo. Mas sobre nada falei.

Então, o que de maior relevo aconteceu?

Obama é candidato pelos republicanos, a meu ver só ganhará as presidenciais se Clinton for sua candidata como vice-presidente.

Manuela Ferreira Leite é a nova líder dos sociais-democratas de direita, e presumo que seja ela a futura responsável pela perda da maioria absoluta do PS.

Muitas mil pessoas levaram o seu descontentamento diversas vezes à rua, nada mudou com isso e suponho que nada mudará. Esta farsa de democracia não tem de ouvir o povo claro…

Porquê tanta previsão? Porque não sei quando volto e muitas outras previsões anteriores se confirmaram.

Mas falarei só de uma, o petróleo. Tenho dito e deverei repetir muitas outras vezes, o fim do petróleo como combustível económico está perto. A escalada de preços não pode ser acompanhada por aumentos descontrolados de produção, uma vez que já passámos o pico de prospecção de jazidos  petrolíferos (pesquisar na net por Pico de Produção do Petróleo). Os seus inconvenientes ambientais serão suprimidos, mas os seus benefícios energéticos serão difíceis de ultrapassar.

Agora, mais que nunca, é urgente mudar os paradigmas de produção e distribuição energéticas. O Nuclear será uma necessidade de transição (ao contrário do que dizem muitos dos meus camadas e companheiros ambientalistas). Contudo é preciso ter em conta que a sociedade de consumo é a principal causa da crise energética, é preciso então mudar os paradigmas de mercado. O mercado livre NÃO CONSEGUIRÁ ultrapassar esta crise.

Não farei previsões, optimistas nem pessimistas, de como iremos ultrapassar esta dependência tóxica do ouro negro, mas creio que uma drástica diminuição dos níveis de vida ocidentais e um aumento mais acentuado da pobreza serão inevitáveis.

Só espero que os Estados consigam lidar com o que o mercado não irá resolver.

Fico à espera para ver, até lá farei política para não ter de dizer “estava-se mesmo a ver, temos andado a avisar”.

iCommie

Não tenho vindo cá, eu sei. Na realidade não tenho tido grande disponibilidade nem paciência para escrever.

Contudo, como se calhar sabem, sou um tipo que gosta de desenhar e brincar com alguns conceitos de design. Recentemente aprendi a brincar com efeitos estilo glossy inicialmente popularizados pela Apple.

Aqui fica um dos resultados destes meus devaneios.

Está longe de estar perfeito, mas acho que até está bonito :P

A Comissão Regional do PS/Madeira aprovou hoje um voto de protesto contra os elogios do “camarada Jaime Gama”, na qualidade de presidente da Assembleia da República, ao presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim. A comissão considera que o socialista “ofendeu todos os cidadãos deste país, particularmente aqueles que, na Região Autónoma da Madeira, têm sido severamente prejudicados, no seu corpo e na sua alma, pelo exercício autocrático do poder regional vigente, já lá vão trinta anos”.
via Público Online

Contra o Imperialismo de qualquer tipo, até dos que se dizem marxistas.

Porque nem o Leninismo, que eles defendem, defende tamanha afronta à Liberdade nem à auto-determinação dos povos.

O Povo Tibetano vencerá!

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